O Amor…

Ah! O amor… Enfim, o que é o amor? Pergunto-me diariamente se o amor é bom ou ruim, se é válido ou não, se devo cair de cabeça ou se devo resisti-lo… A única conclusão que cheguei, de início, foi que ele é inesperado e inevitável.
Vejo as pessoas se queixando do amor, mas ele é o sentimento que move o mundo, e motiva cada indivíduo a realizar e correr atrás dos seus sonhos e desejos. Buscamos uma profissão por AMOR, por nos identificarmos; fazemos nossas atividades favoritas, como ir ao cinema, jogar um futebolzinho, cantar ou até mesmo tomar uma cervejinha apenas porque AMAMOS fazer tais coisas.
De certo que em alguns casos, quando se trata do “coração”, o amor pode ser bem dolorido, ou muito prazeroso, dependendo, mas o pior… O resultado não depende só de você. Temos que conviver com as sentimentalidades alheia. E sim… É difícil conviver com um amor no peito que não é correspondido. E SIM, é lindo viver um amor a dois, ééé, aqueles que de tão lindo chegam a dar enjoo aos invejosos de plantão.
O amor é um sentimento tão singular, que pode ser denominado de várias formas e se manifesta dentro de cada indivíduo de centenas outras de forma. Vai do amor platônico ao amor carnal passando por outras milhares de vertentes.
No final de tudo, chego a acreditar no amor, sim. É o sentimento primordial para a existência humana, e independente de qualquer historia, é fundamental para a minha existência. O amor pela vida, pela minha família, por meu amor, por meus amigos, minha faculdade, minha música e minha profissão. Agora basta eu encontrar a metade da minha laranja que procuro a tempos, que já encontrei, mas perdi, que já tentei, mas não deu, e tentei de novo e não deu também (haha). (No momento sei que estou amando! De verdade, como nunca amei antes. E espero muito que seja a metade da minha laranja, porque sei que estou irradiando vida!)
A segunda conclusão que tiro é que fui feito pra aprender, sentir, viver e amar, ééé, amar. Não me adiantaria passar pela vida sem sentir tantos estímulos que ela pode  me oferece. A segurança de não sentir é tentadora, pois, quem não ama não sofre, “homem que nada teme é homem que nada ama”, mas não me apetece, pois com a licença ao meu querido Roberto Carlos: “Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi”, ok, me soa um tanto cafona, mas o amor e o cafona vivem numa linha tênue. Se não for cafona não é amor.
Termino este texto otimista com o AMOR, reparando que independente dos erros ou dos acertos o mais importante é se sentir vivo!
 love_is_all_you_need_b_w_by_demolishun-d3gj2st
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